quarta-feira, 21 de novembro de 2012
Mais um dia
segunda-feira, 19 de novembro de 2012
Pensamentos Soltos
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Instrospecção
domingo, 2 de setembro de 2012
Voltei e com mais devaneios com recheio de incertezas
quinta-feira, 5 de julho de 2012
Preciso de uma âncora, uma bóia, um porto de abrigo, qualquer coisa
domingo, 27 de maio de 2012
Sem forças
p.s- fica aqui prometido que um dia publicarei toda a nossa história
I miss you Jo
domingo, 20 de maio de 2012
Insegura mas segura de uma coisa
Eu quero a minha felicidade!
Somebody that i used to know...
"Now and then I think of when we were together
Like when you said you felt so happy you could die
Told myself that you were right for me
But felt so lonely in your company
But that was love and it's an ache I still remember
You can get addicted to a certain kind of sadness
Like resignation to the end, always the end
So, when we found that we could not make sense
Well, you said that we would still be friends
But I'll admit that I was glad that it was over
But you didn't have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don't even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough
No, you didn't have to stoop so low
Have your friends collect your records and then change your number
I guess that I don't need, that though
Now you're just somebody that I used to know
Now you're just somebody that I used to know
Now you're just somebody that I used to know
Now and then I think of all the times you screwed me over
But had me believing it was always something that I'd done
But I don't wanna live that way, reading into every word you say
You said that you could let it go
And I wouldn't catch you hung up on somebody that you used to know
But you didn't have to cut me off
Make out like it never happened and that we were nothing
And I don't even need your love
But you treat me like a stranger and that feels so rough
No, you didn't have to stoop so low
Have your friends collect your records and then change your number
I guess that I don't need, that though
Now you're just somebody that I used to know
Somebody, I used to know
Somebody, now you're just somebody that I used to know
Somebody, I used to know
Somebody, now you're just somebody that I used to know
I used to know
That I used to know
I used to know
Somebody"
Conheço esta música já a algum tempo, e desde que a ouvi, principalmente esta versão, toca-me ao coração e associa-se tão bem á minha situação lamentável dos últimos tempos...
terça-feira, 1 de maio de 2012
Relato de um coração partido
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Rascunho do dia 10 de Março
Acho que morri, alguém me deu um tiro ontem á noite, um tiro em cheio no coração. "Porque logo agora?!" foi o que pensei no momento e continuo a pensar... Nunca achei que fosses capaz de me fazer uma coisa destas, eu sei que depois de tudo o que eu fiz (nada de que me orgulhe apesar de ter agido consoante aquilo em que acreditava que era melhor) tu merecias e mereces, mas tu lá no fundo sabias que eu nunca te tinha deixado (se não sabias devias saber!) porque tu sabes o quão especial és. Eu sempre achei que estávamos destinados ou aquelas outras coisas pirosas que as pessoas costumam dizer no quotidiano, sempre foste o meu príncipe. Só que eu tenho uns certos problemas comigo própria. Não te vou pedir nada nem alterar o curso da tua vida, pois acho que não estou nesse direito apenas nunca te esqueças de mim, porque tu meu caro amigo... ainda continuas bem fresco na minha memória e bem vivo no meu coração, como sempre estiveste desde o primeiro de 11.
P.s-sei que pensas de que não me lembro de nada, mas eu apenas sou despassarada porque ficou cá tudo, conversas, brincadeiras, momentos, sorrisos, bebedeiras, amuos, cafonés, pancadas carinhosas, mensagens mais queridas do mundo, gravações de voz, risos até doer a barriga e querer vomitar, segredos, confissões, olhares, amizade acima de tudo, filmes que descreviam perfeitamente, tudo, tudo, tudo..."
terça-feira, 13 de março de 2012
Estás disposto a tudo por mim?
sábado, 3 de março de 2012
É assim que me sinto


Quando a nostalgia me ataca e me faz denunciar, quando a dor me consome e me absorve para uma rotina tenebrosa. Quando já não sei ao que me agarrar, quando tudo me sabe a nada, quando já não sei o que fazer, dizer ou para onde ir. Quando tudo aquilo que me reconfortava desaparece sem deixar rasto, quando já nada me fascina nem inspira, quando me sinto simplesmente... sem forças. Quando o telemóvel toca mas apenas não estamos cá para ninguém porque não conseguimos fingir que está tudo bem quando não está, quando o coração abranda e a cabeça acelera sem parar, os pensamentos colidem e atropelam-se uns aos outros. Quando já nem tenho força para acabar os meus textos... É assim que me sinto. Preciso urgentemente de alguém que me agarre com força e me abane, me faça voltar ao que era mas com ainda mais força e mais feliz, que me faça sentir bem, inspirada e segura. Alguém que me mostre que o que está mal pode sempre melhorar, que a vida é boa de se viver, principalmente a dois.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
O que resta do antigo Nós




Quero que saibas que esta vai ser possivelmente a última carta que vou escrever directamente para ti e nesta mesma carta vou-te dizer tudo, tudo o que disse e tudo o que quis dizer mas não disse. Quero que saibas também que preciso e vou-te tirar a todo o custo da minha vida, tu foste sem margem para dúvidas a pessoa que mais me desiludiu, que mais que magoou, que mais tudo... Não ficaste contente em apertar e esmurrar o meu coração uma vez, nem duas, nem três... repetiste-o vezes e vezes sem conta a teu gosto. E o meu coração foi sempre cedendo, embora a cabeça dissesse o contrário, pois ele voltava sempre às mãos do seu dono. Levaste-me a desculpar o imperdoável. Pior! Levaste-me a, depois de tudo o que me fazias sofrer, lutar para te ver bem e feliz. Eu estive sempre lá para ti, embora às vezes estivesses simplesmente cego de mais para me ver. Embora não estivesse sempre contigo fisicamente, como desejaria. Eu fiz tudo de tudo, e nem isso bastou para ti, deixa-me dizer-te que és um ser bastante egoísta. Sei que um dia o karma vai bater-te à porta, portanto foge desse dia, porque não vai ser nada meiguinho! Também sei que te vais arrepender das tuas escolhas, aliás tu próprio sabes bem disso, mas vou-te deixar seguir sem se quer te dizer uma palavra a esse respeito pois sei que mais tarde ou mais cedo vais perceber. Apesar de tu ás vezes achares que não, depois de tudo isto eu conheço-te bastante bem até! Estive 5 meses, nas tuas mãos, debaixo das tuas garras, o que tu me fizeste simplesmente não se faz... Acho que nunca te fiz nada que te fizesse desejar-me tanto mal... As lágrimas que derramei por ti... Sonhava connosco daqui a muito muito tempo juntos, mesmo tu no exército e eu na António Arroio, porque apesar de as nossas coisas de vez em quando, nós sabíamos ultrapassar isso tão bem. Nunca me deixaste dar-te o que tinha em mim para dar, todo o amor, porque sempre estive de pé atrás, e quando o começava a tirar tu puxavas-me o tapete de novo. Eu posso estar bastante mal agora, mas sei que vou recuperar, vou deitar as memórias e o teu amor no lixo e voltar como nova! Aliás melhor, com o triplo da força e vontade de viver! Tu um dia hás-de me dar o devido valor, mas aí vai ser tarde de mais... Podes-me ter deixado muitas feridas e cicatrizes que se podem abrir a qualquer momento mas eu vou aguentá-las como nunca aguentei. Vais ter que perceber a bem ou a mal que temos que lutar pelo aquilo que queremos. Que temos de tratar bem aquilo que amamos e dar valor ao que temos. Dar valor ás pequenas coisas, foi isso que sempre te ensinei. Mas tu não ligaste a cada palavra minha, a cada atitude, a cada gesto, tudo. Parece que nunca estavas lá. Fazias-me pensar que o problema era meu, mas não é. Hoje apercebi-me disso, eu posso ter muitos defeitos e ser uma pessoa complicada e difícil de entender mas a culpa não é nem nunca foi minha, foi tua e só tua, porque eu esforçava-me para não te magoar com o meu jeito de ser e para me fazer entender tendo eu uma grande dificuldade em descrever o que sinto em palavras, mas tu nunca te esforças-te. Nunca fizeste nada por mim, nunca te sacrificaste por mim, nunca deste tudo por mim. Nunca te esforças para nada. És uma pessoa sem forças neste momento, eu quis-te consertar mas foi demais para mim. Apesar de tu não o mereceres eu fazia-o, mesmo que me magoasse a torto e a direito, eu fazia-o para o teu bem, queria-te ver feliz e a sorrir. Mas tu nunca facilitaste, e enquanto eu fazia isso tudo por ti e quando precisava de umas forçazinhas da tua parte, tu nada. Em vez de mas dares não, tiravas-mas. Enquanto eu ficava com as minimas apenas para tentar sobreviver, enquanto tu te ponhas com os teus jogos em que nenhum de nós saía a ganhar. Sempre foste um perito em poker face, mas esqueceste-te que eu te lia pelos olhos, e os teus olhos sempre me disseram tudo, tudo o que tu nunca dizias. Espero que aprendas tudo aquilo que eu te quis ensinar e que te faz tanta falta, tu achas que não mas faz, porque quer tu acredites quer não o objectivo de toda a gente sem excepção nesta vida é ser feliz. Aprende a amar. Aprende a viver não apenas a sobreviver. Parecendo que não, eu desejo-te tudo de bom, quero que sejas feliz, sabes quando se gosta de alguém é assim, mesmo que nos custe deixá-la ir. Posso não voltar a falar contigo mas vou sentir a tua falta como nunca senti de ninguém, apesar da tentação de voltar ás nossas brincadeiras eu vou resistir. Obrigaste-me a isto. O máximo que podes fazer é ler o meu olhar que esse é incapaz de mentir ou esconder. Eu vou seguir o meu caminho agora mais sozinha e mais pesada com todas as feridas, memórias, mentiras, jogos e tudo mais, mas vou seguir, vou ter de seguir e deixar-te para trás. Vai-me custar não te poder reconfortar mais com os meus abraços quando estás triste, espero que alguém o faça por mim. Vou seguir, não a correr mas sim bem devagar para ver se desta vez não dou outro trambolhão, e desta vez não vou voltar atrás para correr na tua direcção, apanhar-te de surpresa e abraçar-te com toda a minha força. Esta foi a última vez que chorei por ti, a fazer este texto, prometi a mim mesma. quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Eu e tu, Nós


Devo-te confessar que o teu cheiro ficou preso no meu corpo, a tua voz nos meus ouvidos, a tua cara na minha mente, os teus olhos nos meus, tu no meu coração, tal como eu estou presa a ti. Nunca nada do género me aconteceu, tu agarraste-me como nunca ninguém o fez, tal como me magoaste como nunca ninguém o fez...Custa-me tanto ver-te todos os dias e não te ter aqui comigo, não fazes ideia do quanto me custa. Dou por mim a pensar como tudo aconteceu, de forma tão rápida e repentina, e de seguida penso como no início era tudo tão simples mas tão bonito e da maneira como esse simples se transformou num bicho de sete cabeças que me matou por dentro, que me abriu as cicatrizes e adicionou mais feridas já á minha colecção numerosa... O meu coração contraía-se com tantas dores, e a minha mente fazia de tudo para o domar, para o mentalizar de que te tinha perdido. Mas tu voltaste e revolucionaste, voltaste sempre, apesar de tudo. Acho que não fazes ideia do que já sofri, do que já chorei e das vezes que tive de ir buscar força não sei onde. Mas sempre houve algo que me disse que era contigo que devia ficar. E é por isso que aqui continuo apesar de tudo, apesar de me teres asfixiado o coração e de mo teres roubado e prendido a ti. Este era suposto ser o nosso dia, mas tu destruiste-o com as tuas mentiras e confusões, fizeste-me explodir o que sentia através dos olhos, no estado liquido, sem parar. Magoaste-me de novo, quando disseste que não o voltavas a fazer. E eu continuo a perguntar-me: porque o fazes?(Rascunho do dia 14 de Fevereiro)
sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
The L-etter
terça-feira, 7 de fevereiro de 2012
Peço-te



terça-feira, 31 de janeiro de 2012
Darling stand by me
Eu cá não tenho intenção de te largar e agora sei que sentes o mesmo. Vais permanecer no meu abraço, na minha cabeça e no meu coração tal como o teu cheiro permanece no meu corpo.
(SAUDADES)

domingo, 15 de janeiro de 2012
And i'm still with you even when you're gone


Quero captar o teu sorriso com a minha máquina fotográfica, aquela com que vejo a minha vida, aquela que neste momento capta vezes e vezes sem conta as coisas más, aquela que derrama as mais persistentes lágrimas por ti. O meu relógio parou quando eu mais queria que cada hora e cada dia passasse num milésimo de segundo. Queria-te aqui, agora, num agora interminável, não num sempre, mas num tempo determinado sem um fim por assim dizer. O meu coração já não aguenta, já não aguenta mais nenhuma facada, mais nenhuma desilusão, está gelado de medo. Não sei nada neste momento. Estou á deriva e deixo-me estar. Deixo-me ir, a verdade é que o meu coração sabe sempre o caminho de volta ás mãos do seu dono...












